sexta-feira, 24 de maio de 2013

Filho do Homem

Eu não mereço tanto amor
Eu não sou digno do teu perdão
A dor passou meu Rei e meu Senhor
Sempre o adorarei, com amor

O Filho do Homem me libertou verdadeiramente
Verdadeiramente
Eu posso erguer minhas mãos aos céus
Levantar a minha voz e adorar
Levantar a minha voz e exaltar
Levantar a minha voz só pra dizer
Livre eu sou

Pra te adorar
Eu sou livre

Gilmar Brito




Jesus, o mesmo ontem, hoje e eternamente. Imutável como o Pai e o Espírito Santo. Todo poderoso, eterno, tão santo como aquele que se assenta sobre o trono. Digno de louvor, chamado o Leão de Judá, o Forte de Jacó, sim, ele que era o Verbo se fez carne e chamou a si próprio o Filho do Homem. Este título, Filho do Homem, era o seu preferido, o que mais usava para referir-se a si mesmo.

Nos três evangelhos que aparecem primeiro no Novo Testamento ele usa esse título 69 vezes.Ele assim o faz para identificar-se com aqueles que ama.

O homem é conhecido por duas coisas: sua capacidade e sua indignidade. Ninguém duvida da capacidade de um ser humano. Fizemos, como homens, coisas extraordinárias na terra. Mas toda essa capacidade é contraste da indignidade que cobre toda intenção dos homens como um véu.

Mas somente por amor, e por mais nada, O Leão da Judá se fez Cordeiro de Deus, o Verbo se fez carne, aquele que é Deus se fez Homem, o Filho do Homem, para salvar os homens. Ele se despojou de sua glória sem dispor de sua santidade. Despiu-se de sua honra, sem despir-se de sua dignidade. Veio para debaixo do que pesava sobre os homens e carregou sozinho, como homem, a cruz que pertencia a todos.

Eu não mereço, uma grande verdade
Mas tu não te importas de vir
Em tudo o que vejo, só calamidade
Mas tua decisão certeira é de ti não me excluir

Tu sabes sempre o melhor
Fazes-me ouvir tua doce voz
É uma decisão de um relacionamento
Sou falho mas me escolheste pra cumprir um intento